Somos Tão Jovens (2013) Bom?

Clichê. Daqueles enjoados. Se propor a narrar a história de um ícone é pra ser feito com cuidado. Primeiro que não pode se tornar documentário. Segundo porque não pode ficar restrito apenas aos fãs. Precisa ser claro e ainda assim, fiel. Somos Tão Jovens foi um cuspe pro alto, o primeiro filme do ano que fez com que me arrependesse de pagar ingresso.
Só pra você ter uma ideia da trama antes de eu descascar em cima, a gente conhece o início de carreira de Renato Russo, famoso vocalista e compositor da banda Legião Urbana, aquele grupo de rock meio diferente, com letras incríveis, sempre nadando entre agressividade irônica e doces melodias. Começando nisso, a marcação temporal desse “início” é frouxa, perdida a ponto de tornar algo extremamente curioso em totalmente desinteressante

é bom Somos Tão Jovens ?

Pra arrastar o circo de tristezas do que poderia ser um PUTA filme, os atores parecem ter saído de uma escolinha de teatro no melhor estilo Malhação. Se não fosse por Thiago Mendonça, que interpreta o próprio Renato, a desgraça seria ainda maior. Mesmo assim, não consegui assistir Thiago como grande ator. Apesar de toda a composição da personagem e seus movimentos, trejeitos e personalidade, apenas consegui enxerga-lo como um ótimo “imitador”. Talvez seja problema da direção…
Porque é caricato demais. O garoto que faz Herbert Vianna, Edu Moraes, é sensacional, mas também como imitador, não como ator. O Dinho Ouro Preto, da Capital Inicial, consegue ser mais esquisito que o real, só que bastante sem sal. Laila Zaid, que interpretou Aninha, melhor amiga de Renato, tem seus ótimos momentos, mas com péssimas edições e texto mole, o que me fez acreditar que a culpa de tamanho descaso com a preparação técnica dos jovens atores advenha de uma direção imatura, despreparada para filmar algo como esse filme.

Tive de me segurar na cadeira pra não ir embora, impulso que veio três vezes durante a exibição a ponto de me fazer levantar da cadeira. Fazia tempo que algo assim não acontecia. Isso me deixou muito decepcionado, pois apesar de não esperar muito de Somos Tão Jovens, não esperava tão pouco. Não esperava a forçação de barra para alimentar arquétipos do “jovem roqueiro” regado a vodka, cigarro, cerveja e rock por reprovar um mundo de mordomias no qual estão inseridos.
Porque a grande impressão (e quase sempre extremamente real, vejo pelos jovens roqueiros que conheci e conheço, além de ídolos como Cazuza) é que filhinhos de papai só querem ter algo pra fazer barulho sobre. Querem matar o tédio com fósforo e gasolina, querem afrontar pais legais e um pouco babacas. Parece que é um bando de mimados buscando identidade na novidade, no que ainda nem chegou à massa, só pra vestir, fazer parte.

A intenção talvez tenha sido de mostrar isso mesmo, mas ficou feio, mal executado. Deixou a impressão de que essa imagem só veio pra tela por “defeito”, não por planejamento. Houve medo para ousar na exibição das drogas, dos romances (principalmente com homens, onde nem rola beijo) no desenvolvimento da mente de um garoto feio que se tornou Deus para milhões de pessoas. Não que fosse necessário falar do fim, mas já que o foco era o começo, por que não fazer com vontade?
Por outro lado, figurinos são impecáveis, fotografia é ótima, e apesar das boas músicas, o áudio estava uma porcaria nas cenas do quarto de Renato. Nos créditos vem escrito que é uma obra de ficção BASEADA na biografia do cantor. Por isso não há desculpas pra expressar a falta de criatividade, talvez até de paixão e empenho para produzir um resultado melhor, encorpado. 

Foi perda de dinheiro. Foi perda de paciência, de tesão, de esperanças e isso me deixa muito triste. Não gostaria de estar escrevendo essa crítica, não por ser um filme brasileiro, mas por falar de um cara que nas telonas se parece com um personagem de novelinha teen ao invés de falar do poeta avassalador que mesmo depois de tantas décadas continua inspirando mentes, tirando lágrimas dos olhos e fazendo nos perguntar: que país é esse? Que porra de mundo é esse? E quem somos nós?
Que os bons atores desse fiasco alcem voos a personagens e roteiros muito mais lapidados, pois foram eles que me seguraram na sala do cinema excessivamente gelado.

Drinking games com séries de TV

Saudades da inocência de quando festa em casa se resumia a jogar Banco Imobiliário e assistir O Rei Leão dezenas de vezes. Ou comer mais do que beber. Os tempos mudaram, nós descobrimos que bolo de chocolate engorda e que as festinhas em casa se chamam “sociais”. E nelas a gente pode ficar bêbado fazendo o que é cotidiano: assistindo programas de TV!

Nem todo mundo. Mas boa parte dos jovens do planeta. A discussão aqui não é pra saber se ficar embriagado é fútil ou se você consegue muito bem se manter extremamente animado sem uma gota de vodca no sangue, não. O que quero mostrar é que mesmo assistindo Hora da Aventura você pode ter desculpas pra se divertir com um pouco de etílico e copos de vidro.
Já imaginou? Você chama seus amigos pra uma maratona de The Walking Dead com bastante pipoca, pizza e suquinho. Mas aí assistir aqueles episódios de quase uma hora fica chatinho, ficar sentado vai perdendo a graça com aquele monte de gente e você abre o Santo Google pra achar algo de diferente, animado, pra fazer enquanto assiste essa série.
Eis que você abre o DDPP e dá de cara com isso:

Não é legal? É claro que dependendo da intensidade de você e seus parceiros, vocês podem terminar a noite acabadíssimos, dormindo, vomitados, sei lá. Mas o diferencial é: você não precisa deixar de assistir a série pra encontrar sua festa! Nem sair de casa! Ninguém vai ficar desanimado e todo mundo vai querer ver mais e mais – até não aguentarem, claro!
Enrique-sem-H, não gosto de The Walking Dead, e aí?
– Você pode inventar suas regras pra suas séries, filmes, games preferidos ou colocar Breaking Bad pra rodar:

– Mas Breaking Bad é adulto demais, Enrique-sem-H. E aí?
– E aí que eu amo Hora da Aventura! É desenho que passa em canal de criança, mas não é nada bobo. Além de ter ótimas piadas, trata de assuntos muito legais em alguns episódios e é realmente engraçado. Além da estética, que é foda. Saca só como animar os vinte minutinhos de cada episódio com um pouco de tequila:

Viu? Então chama a galera, invente suas regras e se derreta com seus programas de TV favoritos. Encontrei essas ideias no tumblr (só a de Breaking Bad eu traduzi sem modificar muitas situações indicadas, porque tava perfeito), a partir desse post. Caso queira ver os autores originais, é só ir lá. Mudei um pouco aqui e ali e pronto, os três drinking games de séries de TV estão prontos pra download.
Na próxima, nessa nova categoria do DDPP, vou trazer um joguinho muuuuuito diferente também, pra ser jogado em casa, assistindo TV. Só vai precisar de uma folha de papel, caneta e, claro, cachaça. Se preparem, meus Jovens!

Django Livre (2012) Critica

Imagine faroeste. Jogue escravidão e um ex-escravo com altíssimo senso pra moda. E cérebros explodindo direto. E sangue pra todo lado. E hip-hop. E Quentin Tarantino. Conseguiu visualizar? Django Livre é o que chamam de salada pop, misturando gêneros, fazendo referências e divertindo como todo filme que Tarantino se propõe a fazer (mesmo que eu não seja o maior fã de Bastardos Inglórios).
Apesar de ter gostado muito dos trailers, assumo que envolver faroeste me deixa com a pulga atrás da orelha, porque não gosto. Não a ponto de odiar, mas de nem ler a sinopse, se assim for. É como filme falando do sertão brasileiro, por exemplo: viro a cara. Mas tem o dedo de Tarantino e apesar de não ser fanboy, reconheço que ele é um dos poucos diretores que consegue fazer filme pra massa mantendo um estilo próprio, deixando claro que acima da fome dos estúdios, ele pensa por si, e isso me faz dar chances ao cara.

Django Livre

E com o dedo dele, sabia que a temática faroeste + escravidão + resgate da amada não ficaria presa na realidade. Se tem uma coisa que gosto muito nesse diretor é a capacidade de usar o lúdico, de criar cenas que fogem da realidade com carisma, sem deixar que apontemos o dedo e digamos, num tom de crítica, que aquilo tudo é “a maior mentira”. A gente sabe que é mentira e amamos os filmes dele por isso. E pela quantidade absurda de sangue aguado espirrando.

Para assistir o filme na tv fechada esta passando no Warner Channel, mas não deseja pagar um valor absurdo para na sky ou claro para ter esse canal? conheça o um servidor cs o você tem todos canais por um valor 90% mais barato.
Django é libertado por um caçador de recompensas/dentista alemão contratado pelo governo americano [?], Dr. Schultz (referência à Paula Schultz, de Kill Bill, nome do túmulo em que Budd enterra Beatrix Kiddo?) porque sabe que o escravo já serviu aos homens que está procurando. Dr. Schultz não apóia escravidão e logo os dois se tornam bons amigos, fazem uma ótima quantidade de dinheiro matando procurados pela justiça e comprando roupas cada vez mais extravagantes. Depois, a grande missão dos parceiros é encontrar e libertar a esposa de Django, presa em Candyland, lugar dominado pela personagem de Leonardo DiCaprio, Calvin Candie.

Django Livre opinião sincera

O filme tem 2hrs45mins e não consegue ficar chato. A trama, apesar de não ser láááá muito original, recebe corpo pela estética, pelo lúdico que falei ali em cima, pela trilha sonora que vai de músicas super antigas ao hip-hop atual e pelo roteiro orgânico que não faz perder o ritmo. Parece mesmo uma brincadeira, que Tarantino tem 18 anos e joga suas ideias e diálogos incríveis nas telas. Não de uma forma infantil, mas jovem, viva, mesmo que o longa seja baseado em faroestes dos anos 60/70. 
Ele cria um faroeste pop, moderno, brinca com clichês e desenvolve cenas de ação maravilhosas (apesar de eu ter esperado mais sangue e cortes nas cenas com chicote). A cena de tiroteio na Grande Casa, cara, é maravilhosa! E ele parece fazer referência aos próprios filmes, como Pulp Fiction (e temos Samuel L. Jackson incrível como o velho/peste Stephen) e o próprio Kill Bill (como a cena dos Crazy 88 no restaurante, quando A Noiva corta todo mundo, até as frases são parecidas). 

Além disso, ele, o diretor, participa do filme e se torna uma ótima piada, mas não supera a cena da Ku Klux Klan, o grupo que odiava negros, lembra? Tarantino coloca os caras como um bando de Kuzões atrapalhados e fica hi-lá-ri-o! Se bobear, a melhor cena de comédia de Django.

A fotografia não é belíssima, mas tem seu sex appeal, sabe? Tem estilo. E mostra muito bem os óóótimos cenários! Isso sem falar nas atuações de Cristoph Waltz (Dr. Schutlz) que desenvolve uma personagem absurdamente querida, irônica e cheia de identidade, e DiCaprio, que a cada dia se torna cada vez melhor ator pra mim (e mais bonito conforme envelhece, já que quando mais novo o achava bem comum). O cara só escolhe filme bom pra fazer! Nicolas Cage e Milla Jovovich têm que aprender com ele…
Vale o ingresso, vale as risadas, vale o drama, vale replay! E eu vou correndo baixar a trilha sonora, porque, porra, é de tirar o chapéu de caubói. Adorei esse trocadilho.

Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo

Do pôster ao elenco, tem cara de comédia, daquelas que vão tentar ensinar algo, lição de moral. Não num sentido negativo, mas mostrando que sim, dá pra brincar e ironizar as filosofias diárias como amor, morte, desapego e o escambau. Quando começa, você sabe que o mundo vai acabar, mas durante todo o desenrolar tive expectativas de que a sinopse estaria redondamente enganada.
Um asteróide vai colidir com a Terra e todo mundo vai morrer. Ponto. Dodge (Steve Carell), o protagonista, acaba tendo sua vida cruzada com a vizinha que ele nunca deu atenção: Penny (Keira Knightley), uma daquelas mulheres carismáticas de filmes desse tipo, amável, quase inocente, estranha, fofa, viciada em discos de vinil e corajosa. Mas é uma preguiçosa do cacete. Todas as correspondências que Dodge deixou de receber da mulher que foi o amor de sua vida, são entregues à Penny, que nunca se deu o trabalho de devolvê-las ao cara.

Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo

Numa dessas cartas, o amor da vida dele diz que sente saudade, que precisa dele. Mas faltam duas semanas para o fim do mundo e o que ele pode fazer? O cara bebe xarope pra ficar bêbado e toma um vidro inteiro de limpador de janela e, quando acorda no parque, tem um bilhete no peito escrito “Sorry” e, na sua frente, um cachorrinho lindo que ele passa a cuidar. Daí o prédio é atacado por vândalos e ele resgata Penny. Culpada, ela decide ajudá-lo a reencontrar a tal namorada do ensino médio.
Dodge: — Então, o que vai fazer quando chegar em casa?
Penny: — […] Vou fazer todas as coisas que deixei de fazer. Não vou perder tempo com a pessoa errada. Não vou gastar o tempo em que poderia estar com meus pais pra sair com um completo estranho. Não vou passar meus dias escolhendo o que usar para noites sem significado. Vou deixar de perguntar se estou com a pessoa certa ou se é com esse tipo de cara que vou ter filhos. Todas essas perguntas ridículas. É libertador.
Seria uma simples historinha tola se não fossem as ótimas ironias e personificações dos diferentes tipos de reações ao fim do mundo. Bem no começo, na festa dos amigos de Dodge, temos cenas hilárias, surreais, do tipo que fez perguntar como tudo poderia ser pior na vida real, sem o toque de piada, sem o humor cinza (porque não chega a ser tão obscuro). É inteligente e sensível quando aborda decisões: você vai foder com todo mundo sem se preocupar de engravidar ninguém, vai usar heroína, vai assaltar bancos, vai incendiar casas e pessoas, vai se jogar do alto do prédio ou vai continuar sua rotina como se o fim dos tempos não fosse nada além de um ponto no futuro que mesmo previsível, ainda não chegou?

Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo

O relacionamento entre Penny, Dodge e Sorry (o cachorro) é o marco-zero pra questionar todos os tipos de atitudes, tudo que fizemos, que poderíamos ter feito e o que poderíamos fazer. Maximiza essa necessidade boba que temos de nos vitimizar, reclamar e deixar tudo na merda (já que o fim é a única certeza que temos, com ou sem apocalipses).
O fim do mundo não é o período de juízo final. Ele é sobre deixar o passado pra trás e tentar aproveitar cada segundo ou milênio da melhor forma possível, para todos os envolvidos. Pois bem dito no filme, “nunca teríamos tempo suficiente”, e é a realidade! Se parar pra pensar, a gente nunca vai ter tempo suficiente pra amar, pra odiar, pra respirar, pra tomar Coca ou pra mandar as pessoas tomarem no cu e esquiar logo depois. Ou a ordem inversa. Cada momento é importante (parece comercial de câmera digital…).

— Tá, mas isso tudo é clichê! Milhões de filmes falam sobre a mesma coisa! Por que eu deveria assistir Procura-se Um Amigo Para o Fim do Mundo, Enrique-sem-H?
— Pela perspectiva! pela chance de olhar seus sonhos, suas esperanças, suas fomes e sedes de outra maneira!
Tem essa parte do filme que acho legal citar pra deixar bem claro o que quero dizer:
Dodge: — Minha esposa fugiu recentemente, tão rápido quanto qualquer ser humano poderia. Só precisou do Armagedon pra ela ter coragem. O que é irônico, pois não morrer sozinho foi uma das razões que me levaram a casar.
Penny: — Sua colega de quarto era sua esposa (quando Penny diz, mais cedo, que via a companheira de quarto dele entrando em casa com o namorado, sendo que essa mulher era esposa de Dodge e o traía).
Dodge: — Minha esposa era minha colega de quarto.

E o final, o desenrolar, as conclusões de que cada coisa acontece no momento em que tem que acontecer… cara, ainda tô absorvendo o filme. Fiquei na dúvida entre dar 4 estrelas ou 4,5. As últimas cenas são tão dilacerantes quanto navalhas dentro de um terno Hugo Boss: elegantíssimas. E leves. Engasgaram meu choro até o presente momento, em que escrevo tentando pôr no lugar tudo que o filme se propôs a dizer.
E espero que esse fim do mundo se torne o começo de um 2013 (ou do resto do mês, pra que esperar?) onde você possa tentar, assim como eu, sentir cada sabor oferecido pela vida e parar de dar atenção somente ao amargo.

Indagações cinematográficas

Por mais realista que seja o filme, por mais intenso que seja o enredo e por mais envolvido que você esteja, não tem jeito, sempre haverá um momento em que a sua cabeça irá indagar. Pode ser em um drama, ação, romance, comédia, terror… a tal “licença poética” do diretor ou do roteiro, vai bater em você como em um aluno da 5ª série na aula de sexologia. E faz total sentido quando essas ideias se repetem, filme após filmes, tornando tudo uma espécie de “regras toscas que ninguém vai ligar de ver de novo, porque já se acostumou”.

Indagações cinematográficas

Aqui, lembrei 20 delas. Você consegue se lembrar de outras, certeza.

1– Por que na cena da escolha do vestido o amigo ou amiga nunca gostam das 10 primeiras opções?

2– Por que quando alguém vai abrir um arquivo importante no computador a tela fica tão brilhante que reflete na cara do fulano e na sala inteira (que por sinal está escura)?

3– Por que sempre que tem um café da manhã bem gostoso servido na mesa… o nego sai correndo sem comer nada: “to atrasado, um beijo, tchau”?

4– Por que as pessoas sempre vão lá fora averiguar um barulho sabendo que tem um maníaco, louco, psicopata, andando pela vizinhança?

5– Por que quando alguém está digitando no computador ou máquina de escrever não usam a barra de espaço?

6– Por que mesmo se você estiver em uma ilha asiática escondida do mapa todo mundo vai entender se você falar em inglês? Regra serve também para extraterrestres.

7-Por que escapar de uma perseguição em dupla, no final, um vai virar para o outro e fazer uma piadinha do tipo: “O tempo realmente estava bom para uma escapada, não?”.

8– Por que as coisas no espaço fazem um puta barulho?

9– Por que as pessoas são iguaizinhas aos seus antepassados?

10– Por que sempre que se corta o primeiro fio da bomba o relógio anda mais rápido e no segundo ele pára?

11– Por que as pessoas sempre acham vagas bem em frente ao lugar onde querem chegar?

12– Por que a menina feia da escola que não conseguia par na escola sempre fica linda com o passar dos anos?

13– Por que as maletas de dinheiro são todas organizadinhas e nunca com as notas bagunçadas?

14– Por que o atleta que está em campo consegue achar de cara, na plateia de milhões de pessoas, o amor da sua vida?

15– Por que as pessoas à beira da morte sempre conseguem falar as frases que precisam ser ditas?

16– Por que o asiático, que nasce lutando kung-fu e outras milhões de artes marciais, não importa o quanto ele seja bom, sempre vai perder para o americano que teve 5 dias de aula?

17– Por que a polícia nunca pergunta ao herói se ele teve realmente que matar aquelas 28 pessoas?

18– Por que ninguém paga os táxis?

19– Por que quando cai a linha do telefone o nego fica batendo no gancho e repetindo “alô, alô”?

20– Por que no escuro tudo é azul?

Melhores Filmes Para Assistir de Terror no Halloween

Bem, eu já estou melhor da virose, obrigada a todos que me desejaram melhoras. Mas não há nada que um vidro de xarope e um fim de semana no quarto assistindo fazendo uma sessão de horror não resolva, ou quase hahaha.
Sei que o normal é assistir e indicar antes do feriado, mas eu realmente não vejo filmes de terror a um bom tempo. Acho que já fazia quase oito anos que eu não assistia filmes assim, lembro que parei de por que meio que deu uma explosão de filmes escrotos, não dava pra saber se o filme seria de humor retardado ou realmente de terror, mas aproveitei as indicações de alguns blogs e aqui está minha lista com a sessão de terror que eu vi, espero que gostem.

O Mistério das Duas Irmãs

The Uninvited

Título Original: The Uninvited
Ano de Produção: 2009
Direção: Charles Guard e Thomas Guard
Elenco: Emily Browning, Arielle Kebbel, David Strathairn, Elizabeth Banks, Jesse Moss, Kevin McNulty e Maya Massar.

Após sua mãe morrer em um incêndio, a jovem Anna (Emily Browning) tenta o suicídio. Como resultado, vai parar em uma clínica para tratamento. Dez meses depois, Anna continua sem lembrar o que aconteceu na noite em que a mãe morreu. Apesar disto, o dr. Silberling (Dean Paul Gibson) resolve lhe dar alta. Anna é então levada de volta para casa por seu pai, Steven (David Strathairn), um escritor de sucesso. Lá ela encontra Rachel Summers (Elizabeth Banks), a enfermeira de sua mãe, como sua madrasta e também sua irmã, Alex (Arielle Kebbel). Logo Anna passa a ser assombrada por fantasmas, que a fazem acreditar que Rachel matou sua mãe.

A Última Casa da Rua

Título Original: House At the End Of Street
Ano de Produção: 2013
Direção: Mark Tonderai
Elenco: Jennifer Lawrence, Max Thieriot, Gil Bellows, Elisabeth Shue.

Elissa (Jennifer Lawrence) e sua mãe Sarah (Elisabeth Shue) encontram a casa de seus sonhos numa pequena cidade no sul dos Estados Unidos.A casa delas é a penúltima da rua,depois de uma breve floresta está a última casa da rua e nesta mesma aconteceu um assassinato há 4 anos atrás,onde a filha Carrie Ann matou os pais com um martelo.O único sobrevivente da tragédia é o irmão mais velho Ryan Jacobson (Max Thieriot) que se envolve amorosamente com Elissa.Sua mãe a avisa que não quer que ela fique sozinha com ele em sua casa pois todos dizem que Ryan é muito misterioso.Infelizmente,Elissa não ouve sua mãe.

Deixe-me Entrar

Título Original: Let Me Im
Ano de Produção: 2011
Direção: Matt Reeves
Elenco: Chloë Grace Moretz, Kodi Smit-McPhee, Richard Jenkins, Sasha Barrese  e Cara Buono.

Owen (Kodi Smit-McPhee) é um garoto solitário, que vive com a mãe e é sempre provocado pelos valentões da escola. Um dia ele conhece, perto de sua casa, Abby (Chloe Moretz). Sempre nas sombras, ela aos poucos de aproxima de Owen e logo se tornam amigos. Só que Abby possui um segredo: ela é muito mais velha que sua aparência indica e necessita de sangue para sobreviver. Para consegui-lo, seu acompanhante (Richard Jenkins) realiza assassinatos na surdina, de forma a retirar o sangue das vítimas e levá-lo para Abby.

A Orfã

Orphan

Título Original: Orphan
Ano de Produção: 2009
Direção: Jaume Colete-Serra
Elenco: Vera Farmiga, Isabelle Fuhrman, Peter Sarsgaard, Aryana Engineer, Jimmy Bennett  e CCH Pounder

Kate (Vera Farmiga) e John Coleman (Peter Sarsgaard) ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel (Jimmy Bennett) e a surda muda Maxime (Aryana Engineer), o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena Esther (Isabelle Fuhrman) de nove anos e optam rapidamente por sua adoção. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria.

O Segredo da Cabana

 O Segredo da Cabana

Título Original: The Cabin in the Woods Ano de Produção: 2012 Direção: Drew Goddard Elenco: Kristen Connolly, Chris Hemsworth, Anna Hutchison (e mais)
A jovem Jules (Anna Hutchinson) resolve levar seus amigos Curt (Chris Hemsworth), Dana (Kristen Connolly), Holden (Jesse Williams) e Ronald (Tom Lenk) para uma viagem diferente nas montanhas, numa cabana situada no meio da floresta, isolada de tudo. Mas o que era para ser somente um momento de muita curtição entre a turma, acaba se transformando em algo que suas mentes jamais imaginariam.
Todos são incríveis, com momentos de suspense e horror que eu realmente gostei, talvez uma exceção seja “O Segredo da Cabana”, por que, bem… é aquele estilo de filme que eu citei no inicio, porem com uma melhorada. E vocês, o que viram nesse fim semana? Comentem!