7 esconderijos de vilões do cinema que você pode conhecer na vida real

O gigantesco satélite do filme “007 Contra GoldenEye” é uma peça central do plano de Alex Trevelyan para realizar o maior roubo da história. Na vida real, a construção é quase tão empolgante quanto na ficção. É o observatório de Arecibo, em Porto Rico, usado por astrônomos em pesquisas científicas

A mansão dos Malfoy, de “Harry Potter”

O interior da base de Stryker, de “X-Men 2″, foi criado em computador. Mas a barragem em que ela está escondida é de verdade: fica no Peter Lougheed Provincial Park, em Kananaskis, Alberta, no Canadá / Foto: Reprodução

O Asilo Arkham, lar dos mais perigosos inimigos do Batman, foi criado a partir de dois locais diferentes. A fachada é do National Institute For Medical Research, em Londres, mas a escadaria em que a polícia é atacada por morcegos em “Batman Begins” é do St Pancras Hotel, também em Londres

O esconderijo de Dominic Green, vilão em “007 – Quantum of Solace”, é um observatório astronômico. A parte mostrada no filme é a área residencial de La Residencia, no Deserto do Atacama

A enorme mansão de Norman Osborn, o grande inimigo no primeiro “Homem-Aranha” de Sam Raimi, é, na verdade, o Tudor City Apartment Complex, um prédio de apartamentos luxuosos em Nova York, imaginado como se pertencesse a um único bilionário louco. Para entrar, é preciso conhecer alguém que more lá. Mas sempre é possível ver a fachada – a única parte que aparece no longa

O edifício em que o Príncipe Vigo aparece (e mais tarde é derrotado) em “Os Caça-Fantasmas 2″ é chamado de Manhattan Museum of Art. Na verdade, é o Alexander Hamilton U.S. Custom House, a antiga alfândega de Nova York, que se tornou patrimônio histórico na década de 1970

A mansão dos Malfoy, de “Harry Potter”, é, na verdade, Hardwick Hall, em Derbyshire, no Reino Unido. A mansão real não tem os tetos pontudos, mas é totalmente aberta ao público

“20.000 Days on Earth”: documentário mostra um dia entre real e ficção na vida da lenda do rock Nick Cave

″No final do século 20, eu deixei de ser um ser humano”. Assim o australiano Nick Cave, uma das grandes lendas vivas do rock, dono de uma voz cavernosa, abre o documentário sobre sua vida – “20.000 Days on Earth” (“20 Mil Dias Sobre a Terra”). Os diretores Iain Forsyth e Jane Pollard imaginaram um dia na vida de Cave – um dia que tem muito de realidade, mas também um pouco de ficção.

Ainda gravando seus álbuns a cada dois ou três anos – o último foi “Push the Sky Away”, em 2013 -, Cave passa seus dias escrevendo em sua casa em Brighton, na Inglaterra – uma cidade que, em suas palavras, “se esforça violentamente pra entrar nas minhas músicas”. Suas melhores rimas vêm de oposições absurdas, “como uma pequena criança e um psicopata na Mongólia”.

Num dos melhores momentos do filme, Cave está no analista e recorda algumas das suas melhores lembranças de infância. “A primeira garota que beijei usava maquiagem branca até na boca, parecia uma máscara de kabuki. Me encantei tanto com ela que comecei a me vestir como mulher em casa. Meu pai começou a se preocupar que eu me tornasse um travesti″.

Sua mais remota lembrança artística foi o pai lendo para ele a primeira página do romance “Lolita”, de Vladimir Nabokov, em voz alta. Ele gagueja quando o analista lhe pergunta qual o seu maior medo. “É perder a memória. Toda a nossa razão de viver está na memória”. Outra revelação é sobre o período em que usava drogas, nos anos 80. “É curioso, essa foi a minha fase de maior interesse por religião. Eu ia à igreja, depois tomava drogas e começava a compor”.

Ao longo do dia, Cave vai encontrando amigos e conhecidos, como o ator Ray Winstone (do filme “Os Infiltrados”) e a também australiana Kylie Minogue, cantora que aparece sedutora em seu carro como uma fantasia, contando sobre a primeira vez em que viu Cave no palco, ainda jovem.

O trabalho de Nick Cave como músico é alvo de uma severa autocrítica. “Sabe, às vezes eu gostaria de ter alguém no estúdio para dizer que a música está longa.″ A melhor canção é sempre aquela que fica no estágio do delírio e do sentimento. “Adoro a sensação de uma música antes de você entendê-la. Quando você entende totalmente uma música, ela perde o interesse pra você”. Ao final, um momento de performance de Cave no palco, hipnotizando os fãs com sua voz grave, explica por quê ele ganhou o status de lenda viva do rock. “Quando estou no palco, gosto de escolher alguns poucos espectadores na plateia e enchê-los de terror”, brinca.

Para quem ficou curioso, abaixo está a entrevista dos diretores (em inglês) contando mais detalhes do documentário. Clica!

Enviado especial a Berlim

Godzilla impõe seu respeito

Godzilla é bem mais que um réptil gigante. Para os japoneses que o criaram na década de 50, com o nome de Gojira, ele era uma metáfora do perigo nuclear que vitimou duas cidades no país. Claro que com o tempo ele passou a ter outros significados para muito mais gente, incluindo aí quem simplesmente adora a ideia de um monstro destruindo tudo que encontra pela frente ou quem gostaria de ter um bichão desse como um legítimo super-herói protetor da humanidade.

Godzilla impõe seu respeito

Ao longo dos anos, dezenas de animações, filmes, séries de TV, quadrinhos e videogames, que empregaram desde atores em roupas de látex até programadores de efeitos especiais, fizeram com que o personagem chegasse até aqui com a força para estrelar o milionário filme dirigido por Gareth Edwards e estrelado por atores como Bryan Cranston, Juliette Binoche, Ken Watanabe e Aaron Taylor-Johnson.

Essa bomba não é o filme de Emmerich, fique tranquilo

A boa notícia é que o filme é bem melhor que aquele que Roland Emmerich fez em 1998, o que não chega a ser um grande feito. Afinal, a primeira superprodução americana foi tão criticada que a Toho, proprietária do personagem, rebatizou a criatura como Zilla. Tá certa a Toho: o bicho de Emmerich era uma senhora grávida e não o velho Godzilla. Desta vez há muito mais respeito e até homenagem ao passado do lagartão marinho. Na história original, os testes atômicos no Pacífico despertaram o animal, enquanto neste aqui, as bombas foram usadas para atacar o bicho, que vinha sendo mantido em segredo pelas autoridades desde aquela época. Tudo a ver com as teorias da conspiração e o controle da mídia que nos assombram hoje.

A trama que cerca “Godzilla” é bem arquitetada e é apresentada aos poucos. O que pode parecer confuso no início vai sendo bem solucionado com a apresentação de novas informações. Logo vemos algo mais importante que a origem da criatura: o seu propósito, com uma boa mensagem ecológica e convenientes espetadas nas pretensões humanas e tal. Não dá para falar muito sobre essa parte do filme, para não rolar spoiler. Mas é ótima a ideia de fazer deste Godzilla algo bem mais que uma máquina de destruição contra a humanidade, como já foi feito em outras versões.

O lado negativo é a subtrama, ou trama principal, sei lá (porque é a que parece tomar mais tempo de tela, infelizmente). Bem na escola americana dos blockbusters, acompanhamos os dramas humanos que cercam a aparição de Godzilla, com destaque para tragédias familiares. Essa parte é um pouco chata e arrastada, além de contar com um grande problema: os protagonistas ou coadjuvantes dessa abordagem vão mudando e não dá tempo de se afeiçoar a eles. Em “Guerra dos Mundos”, acompanhávamos o personagem de Tom Cruise e sua família o tempo todo, assim como em “Sinais”, de M. Night Shyamalan. Nesse “Godzilla”, começamos a gostar de um personagem e ele vai embora. Depois achamos, por exemplo, que o drama humano será o militar tomando conta de um garoto e logo vemos que não é nada disso. Não há uma continuidade que nos faça criar vínculos com os personagens.

Outro fator que pode incomodar algumas pessoas é a quantidade não tão grande de imagens do gigante. Muita gente estará indo ao cinema para ver o monstro em seu esplendor, mas não é a todo momento que ele se mostra. A experiência que o diretor propõe é quase a de um voyeur que espia tudo como dá, entre frestas e buracos de fechadura. Não tanto como “Cloverfield”, mas com menos visão do que muitos devem estar esperando. Isso não chega a ser um problema, é uma escolha. Mas vale o aviso. Aliás, cabe mais uma advertência: o 3D é dispensável e até dificulta a total apreciação do filme, que tem grande parte das cenas do monstro em ambiente sem muita luz. Ou seja, fica bem escuro. Prefira o 2D.

10 coisas legais The Vampire Diaries

The Vampire Diaries é uma série de televisão americana de drama e suspense desenvolvida por Kevin Williamson e Julie Plec. É baseada na série de livros de mesmo nome da autora L. J. Smith. A série estreou na televisão americana pela emissora The CW em 10 de setembro de 2009.

10 coisas deThe Vampire Diaries

E pra quem não saber, essa é uma das minhas séries favoritas, além de ter sido a primeira a me trazer pra esse mundo das séries legendadas. Ontem foi ao ar o episódio que derá fim a essa tão amada história. Como não poderia deixar de ser, eu resolvi listar aqui alguns motivos pelo qual meu amor pela mesma é tão forte e único.

1 – Ian Somerhalder

Se o Ian não estivesse no topo dessa lista, provavelmente não seria uma lista minha. Ian Somerhalder é de longe, uma das pessoas que eu mais admiro. Não só pela beleza ou talento, mas pela pessoa incrível que ele demonstra ser. Além de que  seu amor pelos animais e sua preocupação com o futuro do planeta o levou a criar a ISF(Ian Somerhalder Foundation), ONG que visa capacitar, educar e colaborar com pessoas e projetos para impactar positivamente o planeta e suas criaturas.

1 The Vampire Diaries

2 – Vilões | K.K.K (Katherine, Klaus, Kai)

E não poderíamos falar das melhores coisas de TVD sem citar aqueles que fizeram toda a história interessante. Intitulados por mim como Trio KKK, temos os melhores vilões de Vampire Diaries. Formado por Katherine Pierce, a vampira vadia que transformou os Salvatore; Klaus Milkaelson, o hibrido original que nos atormentou, mas também conquistou todo o nosso amor; E Kai Park, o sociopata herege que se parece com um alien. (Se você entendeu as referencias, provavelmente você já os ama ❥). É claro que a série não viveu só de vilões fodas como esses, mas eu vim listar o que eu amo, né mesmo?

3 – Irmãos Salvatore | Defan

“Tudo bem amar os dois, eu amei.” – Katherine

Você pode até não amar o triangulo amoroso da série, me definir entre Stelena e Delena foi algo totalmente desnecessário. Nós amamos mesmo é os Salvatore juntos. Lutando um pelo outro, sem uma duplicata pra criar discórdia nesse amor maravilhoso e fraterno. Tem coisa mais linda? Fica ai um vídeo que demonstra o quão complicado e forte é a relação desses dois ♥

4 – Amizades e relacionamentos

É claro que, além dos irmãos, a série nos dá um gostinho todo especial a cada relacionamento de amizade que floresce entre os personagens, as relações dos mesmo é um dos pontos mais fortes da trama. Apesar de toda a dor e loucura que o mundo sobrenatural causa aos nossos protagonistas, eles sempre tentam proteger uns aos outros, custe o que custar.

2 de The Vampire Diaries

É claro que a amizade Lexi e Stefan é uma ótima estampa disso, dado que a personagem nunca teve a chance de ressucitar e fazer parte fixa da série hahaha

5 –  Cast

O Elenco é com certeza um dos motivos do meu amor pela série, nesses oito anos de série o cast teve muitos desafios e demonstrou muito talento. Todos trabalharam muito bem juntos e se tornaram uma familia linda e super unida. Esse vídeo demonstra isso muito bem:

Lindos, né?

6 – The Originals

Se existem vilões que amamos, por que não uma família inteira deles? A família de vampiros originais trouxe a série várias reviravoltas interessantes, além de ampliar drasticamente a mitologia e toda a história em torno de Mistic Falls. O melhor é que ainda poderei curtir isso no spin off da série, que tem a estreia de sua quarta temporada em breve.

7 – Trilha sonora

Se tem algo que eu amo nas produções de The Vampire Diaries, isso é a trilha sonora. A música se conecta com as cenas, tornando o episódio único, além de sempre relembrarmos tal cena assim que toca sua song. Fica ai uma listinha com as minhas favoritas:

 

8 – Citações e discursos

Outra parte marcante da série é suas citações. Em todo episódio há uma cena com falas extremamente marcantes. Posso resaltar que muitas são muito melhores que as dos livros da mesma (#falomesmo). E os discursos são sempre emocionantes e muito bem feitos, vou deixar aqui um dos meus favoritos, onde Damon se despede de seu amigo de copo, Alaric. “Eles estão soltando balões no céu. Dá pra acreditar? Balões japoneses, são um símbolo de se desapegar do passado. Bem aqui está a novidade: Não somos Japoneses. Você sabe o que eles são? Crianças. Como se soltar um balão fosse fazer tudo ficar bem, ou até rezar, ou fingir que Elena não vai acabar como o resto de nós, vampiros assassinos. Crianças idiotas, iludidas e irritantes. Eu sei o que vai dizer: “Isso os fazem se sentir melhor, Damon.” E daí?  Por quanto tempo? Um minuto? Um dia? Que diferença faz? Porque no fim, quando você perde alguém, cada vela, cada oração não vai mudar o fato que a única coisa que sobrou é um buraco na sua vida, onde alguém que você se importou costumava estar. E uma pedra com o nascimento cravado nela que eu aposto estar errado. Obrigado amigo. Obrigado por ter me deixado aqui para ser babá.”

9 – Kevin Williamson feat. Julie Plec

E como falar da escrita, sem amar esses produtores? Apesar do afastamento de Kevin Williamson algumas temporadas atrás, ele e Julie Plec fizeram dessa série uma história rica e sentimental. Apenas amor por esses dois.

10 – Festas!

As festas da série sempre viam com um clima diferente, tantos as temáticas de época como os eventos familiares. E sempre com um figurino mais lindo que o outro e claro, o ataque de um dos vilões e muitas vitimas. Episódio com festa é sempre o melhor.

Acompanhar a história desses personagens foi algo que me fez feliz durante esses anos, então precisava compartilhar um pouquinho disso com vocês. Espero que tenham gostado do post, e se ainda não assistiu nenhum episódio, assista. Vale cada minuto.
Adeus, The Vampire Diaries.

Veja os filmes selecionados!

A novidade do XI Cine Ceará é a abertura da Mostra Competitiva de Longa Metragem para Filmes Nacionais. A competição de Longa Metragem Nacional tem o objetivo de dar maior visibilidade ao cinema brasileiro dentro do festival e apresenta-se como desenvolvimento natural do evento “Pré-Lançamentos Nacionais” que acontecia desde 1995.

“A mostra Pré-Lançamentos Nacionais foi crescendo de tal maneira que foi impossível não transformá-la em competitiva” afirma Wolney Oliveira, Diretor Executivo do Cine Ceará. A crescente produção da indústria nacional também contribuiu para a tomada da decisão.

A abertura da Mostra Competitiva terá a exibição da obra “Juazeiro – A Nova Jerusalém”, do cineasta cearense Rosemberg Cariry, em exibição “hors-concurs”. O prêmio para melhor filme é R$ 10.000,00 (valor bruto)
Local de exibição: Cine São Luis. Sempre às 20 horas.
Dos oito filmes que serão exibidos, cinco são inéditos.

Para a competição foram selecionados seis filmes, sendo três documentários e três ficções:
“JANELA DA ALMA”, de João Jardim e Walter Carvalho;
“O FIM DO SEM FIM”, de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi;
“BARRA 68”, de Wladimir Carvalho;
“DOMÉSTICAS”, de Fernando Meirelles e Nando Olival;
“ONDE OS POETAS MORREM PRIMEIRO”, de Werner e Willy Schumann; e
“LATITUDE ZERO”, de Toni Venturi.

Completam a lista das exibições – no Cine São Luis – a mostra de dois filmes
“hour concurs”:

“JUAZEIRO, A NOVA JERUSALÉM”, de Rosemberg Cariry, que abre o festival; e
“MEMÓRIAS PÓSTUMAS”, de André Klotzel, que encerra o festival.

A primeira Competição entre Longa Metragem nacionais movimenta o Cine Ceará, que acontece de 22 a 28 de junho, em Fortaleza. Em sua décima primeira edição, o Cine Ceará apresenta como grande inovação a abertura da Competitiva de Longa Metragem, que conviverá com a tradicional Competição entre Curtas Metragens de todo o País. Dos oito filmes que serão exibidos, cinco são inéditos.

Para a competição foram selecionados seis filmes, sendo três documentários e três ficções:
“JANELA DA ALMA”, de João Jardim e Walter Carvalho;
“O FIM DO SEM FIM”, de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi;
“BARRA 68”, de Wladimir Carvalho;
“DOMÉSTICAS”, de Fernando Meirelles e Nando Olival;
“ONDE OS POETAS MORREM PRIMEIRO”, de Werner e Willy Schumann; e
“LATITUDE ZERO”, de Toni Venturi.

Completam a lista das exibições – no Cine São Luis – a mostra de dois filmes
“hour concurs”:

“JUAZEIRO, A NOVA JERUSALÉM”, de Rosemberg Cariry, que abre o festival; e
“MEMÓRIAS PÓSTUMAS”, de André Klotzel, que encerra o festival.

Casa Amarela homenageia parceiros

O XI Cine Ceará – Festival Nacional de Cinema e Vídeo conta com o patrocínio da Coelce e Telemar, que desenvolvem projetos de apoio cultural . Durante o evento, que acontece de 22 a 28 de junho, as duas empresas serão homenageadas pela Casa Amarela com a entrega de uma placa comemorativa aos 30 anos de criação da instituição.

TELEMAR – A homenagem que a Telemar recebe do Cine ceará se deve ao apoio e incentivo que a empresa proprociona à cultua cearense. Através do Fundo Estadual de Cultura (FEC) e do Certificado de Financiamento Cultural (CEFIC), a Telemar investiu, no ano passado, mais de R$2 milhões nas realizações de arte e cultura do Estado em mais de 50 projetos envolvendo música e artes integradas. O objetivo da empresa é promover, junto com o Governo do Estado, movimentos culturais representativos, consistentes e que possam atingir os diversos segmentos da cultura cearense. A Telemar é hoje a maior empresa de telecomunicações do Brasil em faturamento e em número de telefones instalados. Com larga experiência em serviços de telefonia fixa local e de longa distância, possui também serviços para Internet, Transmissão de Dados e Imagens e Videoconferência, entre outros. Para a empresa, o que importa não é o nome Telemar, mas a certeza de estar realizando um trabalho de grande valia para o Ceará. A Telemar também patrocina o Cine Ceará, o que levou a empresa a receber a homenagem.

COELCE – A Companhia Energética do Ceará é a outra empresa homenageada este ano do XI Cine Ceará, pelo apoio que vem dando a cultura do Estado. Através das leis Jereissati, do Audiovisual e Rouanet, a Coelce apoia projetos culturais que, apesar de estarem ligados a áreas diferentes, como fotografia, cinema, artes plásticas, dança e música, apresentam uma característica em comum: realizar um trabalho de caráter social. “Priorizamos os projetos que atendem a um maior número de pessoas, principalmente de baixa renda, que não têm acesso aos eventos culturais da cidade”, diz Álvaro Moncada, diretor de Recursos Humanos da Empresa. Ele acrescenta ainda que “investir em cultura é abrir caminho para a comunicação com os cearenses”. O incentivo à cultura, por parte da Coelce, faz parte da lista de prioridades da empresa, que inclui o Cine Ceará como um dos eventos a quem destina o apoio financeiro.

XI 11° Cine Ceará homenageou Chico Albuquerque

O fotógrafo Chico Albuquerque, considerado uma referência no setor de fotografia do Ceará, mestre de todos os demais profissionais da área, morto em dezembro do ano passado, recebeu uma homenagem especial do XI Cine Ceará – Festival Nacional de Cinema e Vídeo. A homenagem será feita na solenidade de abertura do evento, às 20 horas do dia 22 de junho, sexta-feira, no Cine São Luiz, Centro de Fortaleza.

fotógrafo Chico Albuquerque
O grande fotografo

Chico Albuquerque teve os primeiros contatos com fotografia através do cinema, em 1932.Dois anos depois, quando o pai, Adhemar Albuquerque, abre o estúdio Aba Film, ele inicia-se profissionalmente na área. Entre 1934/1945, trava conhecimentos com Stephan Rosenbauer e Erwin Von Dessauer e, em 1942, faz still do filme ”It’s all true”, de Orson Welles.

Em 1945, muda-se para em São Paulo, onde trabalha como fotógrafo com estúdio na Avenida Rebouças e milita no Foto Cine Clube Bandeirante. Em 1949, fotografa a primeira campanha publicitária brasileira ilustrada com fotografia, para a Johnson & Johnson. Entre 1967/1973, reestrutura e trabalha no estúdio da Editora Abril. Em 1975, retorna a Fortaleza onde manteve seu estúdio.

Conheça mais sobre Chico Albuquerque

Principais Exposições Individuais
1952 – Jangadas, MASP – Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, SP
1978 – Frutas, Banco Boston, São Paulo, SP
1978 – Frutas, Galeria Bonino, Rio de Janeiro, RJ
1980 – Uma Década de Fotografia da Sociedade Paulista, Galeria Fotoptica,
São Paulo, SP
1982 – 130 Fotos de Personalidades Paulistanas, 1945-1955, Galeria
Fotoptica, São Paulo, SP
1986 – Jericoacoara, FotoGaleria Gentil Barreira, Fortaleza, CE,
1987 – Jericoacoara, MIS – Museu da Imagem do São Paulo, São Paulo,SP
1993 – Coleção Pirelli/MASP de fotografias, Museu de Arte de São Paulo,
São Paulo,SP
1998 – Chico Albuquerque, Galeria Ignez Fiuza, Fortaleza, CE
2000 – Chico Albuquerque Fotografias, Centro Dragão do Mar, Fortaleza, CE

Exposições Coletivas Selecionadas
1948 – 15º Salão Fotográfico de Antuérpia, Bélgica
1952 – 1ª Mostra Internacional, Turim, Itália
1956 – 3ª Exposição Internacional ABAF, Rio de Janeiro, RJ
1984 – FotoNordeste, Instituto Nacional da Fotografia – Funarte, Rio de
Janeiro, RJ
1999 – Dia Mundial da Fotografia, MIS – Museu da Imagem e do Som,
Fortaleza, Ce

Publicações
1978 – Álbum Água na Boca, texto de Rubem Braga e desenhos de Aldemir
Martins, São Paulo,SP
1986 – Em Torno da Fotografia Brasileira, P.M. Bardi, São Paulo, SP
1989 – Mucuripe, editado por J. Macêdo S.A., Fortaleza, CE
1993 – Anuário da Abrafoto, São Paulo, SP
1997 – Representado em Imagens da fotografia Brasileira, de Simonetta
Persichetti, São Paulo, SP
2001- Mucuripe, 2ª Edição, Fortaleza,CE

Prêmios
1950 – Prêmio Foto Cine Brasileiro – Medalha de Ouro, Rio de Janeiro, RJ
1950 – IX Salão de Arte Fotográfica, Foto Clube Brasileiro – Primeiro
Lugar, Rio de Janeiro, RJ
1951 – X Salão Fotográfico Internacional de São Paulo – Medalha de
Bronze, São Paulo, SP
1952 – Concurso Alejandro Del Conte – Grande Prêmio de Honra, Buenos
Aires – Argentina
1952/1953 – Salone Internationale de la Técnica, Turim, Itália
1953 – Salão Internacional de Fotografia de San Sebastián, pela Sociedade
Fotográfica de Guipurcod – Medalha de Prata, Espanha
1953 – Salão Internacional de Frankfurt – Medalha de Ouro, Melhor
Retrato, Frankfurt – Alemanha
1954 – XIV Focus, Salon Amsterdan, Holanda
1954 – I Salão Internacional de Santos – Medalha de Prata, Santos, SP
1958 – Homenagem dos publicitários de São Paulo, pela contribuição à
propaganda, São Paulo, SP
1996 – Medalha da Abolição – Homenagem do Governo do Estado do Ceará,
Fortaleza, CE
1998 – Prêmio Nacional de Fotografia – Contribuição à Fotografia
Brasileira, Funarte

Acervos
Museu da Imagem e do Som de São Paulo, São Paulo, SP
Coleção Pirelli/MASP de Fotografias, São Paulo, SP
Banco de dados ITAÚ CULTURAL, São Paulo, SP
Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi, São Paulo, SP
Fundação Vilanova Artigas, São Paulo, SP
Editora Abril, São Paulo, SP
Aba Film, Fortaleza, CE
Imagem Brasil, Fortaleza, CE