Nicolas é sempre Nicolas

Dizem que ele só começou na carreira cinematográfica, porque era sobrinho do Francis Ford Copolla. Maldade! Nicolas Cage tem um talento incompreendido. Talvez lá no fundo, lá no fundo mesmo, ele seja o cara certo para determinados papéis. E suas escolhas provam isso. A cada filme, a cada produção, esse ator não tão estimado pela crítica, se molda para representar personagens complicados… ou nem tanto, vai. A questão que fica, porém, é: como ele consegue transformar TODOS os seus personagens em Nicolas Cage? Coisa para poucos. A prova são essas rápidas sinopses de seus filmes.

Não importa o personagem. Ele vai ser Nicolas Cage.

A Rocha

Nicolas Cage é um cara frio, com um cabelo muito feio, sofrido pela guerra e conhece muito sobre bombas. Ele se infiltra no presídio de Alcatraz para desmascarar o plano dos malfeitores e salvar os EUA. No fim tudo explode.

Con-Air

Nicolas Cage é um cara frio, com um cabelo muito feio, sofrido pela guerra e conhece muito sobre golpes. Ele vai preso, mas, na hora de ser libertado, algo dá errado no avião. Ele se infiltra entre os bandidos para desmascarar o plano dos malfeitores e salvar os EUA. No fim tudo explode.

A Outra Face

Nicolas Cage é um cara frio, com um cabelo não tão feio, sofrido pela guerra contra o crime, que matou seu filho. Ele se infiltra no presídio – depois que troca de cara com o seu inimigo – para descobrir o plano dos malfeitores e salvar os EUA. No fim alguma coisa explode.

Cidade dos Anjos

Nicolas Cage é um anjo frio, com um cabelo passável, sofrido por não conhecer o amor. Ele se infiltra entre os humanos para se apaixonar pela Meg Ryan e desmascarar os EUA por gostarem dos filmes da Meg Ryan. No final ela explode.

Olhos de Serpente

Nicolas Cage é um policial frio, com um cabelo feio, e corrupto, que sofre com o sistema. Ele se infiltra entre a máfia do boxe para ajudar um amigo a desmascarar um crime que salvará os EUA. No fim não lembro se algo explode.

8mm

Nicolas Cage é um detetive frio, com um cabelo feio de novo, sofrido por assistir a tanta violência. Ele se infiltra no submundo da pornografia para desmascarar um assassinato que irá chocar os EUA. No fim uma fita explode.

Vivendo no Limite

Nicolas Cage é um motorista de ambulância frio, com um cabelo ruim, e sofrido por ter que lidar com tantos acidentes. Ele se infiltra em sua própria mente para se auto-ajudar e, indiretamente, salvar o sistema de saúde dos EUA. No fim o espectador explode… de depressão.

60 segundos

Nicolas Cage é um ladrão de carros frio, com um cabelo nota 5, sofrido por ser muito foda e não ter carro que não consiga roubar. Ele tem um desafio de roubar 50 carros e se infiltra numa gangue para desmascarar os sequestradores do seu irmão e tentar comer a Angelina Jolie na frente de todos os EUA. No fim muitos carros explodem.

A Lenda do Tesouro Perdido

Nicolas Cage é um Indiana Jones frio com um cabelo tenebroso de feio, que sofre por não ter descoberto nenhum tesouro decente. Ele se infiltra na biblioteca, pega um papel, fala que é um mapa importante e vai desmascarar o sistema de segurança das bibliotecas dos EUA. No fim ele acha o tesouro, mas ele explode.

Motoqueiro Fantasma

Nicolas Cage é um motoqueiro de verdade frio, com um cabelo bagunçado, que tenta lidar com seus medos. Ela faz um pacto com o diabo e se infiltra no submundo do mal para desmascarar as coisas horríveis por entre becos dos EUA. No fim ele pega fogo, mas não explode.

Mas Cage, apesar de todas as suas facetas impressionantes, não é uma peça exclusiva na cena hollywoodiana de repetições. Faça você um exercício de memória e pense mentalmente nas sinopses dos filmes de Tom Cruise, Jack Nicholson, Julia Roberts, Jack Black, Adam Sandler, aqueles em que o Eddie Murphy se transmuta em alguma coisa bizarra… e por aí vai. É como se todos frequentassem a escolinha Eri Johnson de personagens. Um pouco irritante, mas como não amar tanta canastrice?


Feio, cabelo feio pra cacete.

Uma balbúrdia de direção

E se um filme pudesse ser feito em colaboração entre Stephen King, Alfred Hitchock, Oliver Stone, Woody Allen, Tim Burton, Steven Spielberg, Cameron Crowe, Martin Scorsese, Stanley Kubrick, David Lynch e M. Night Shayamalan? Talvez, talvez… ele pudesse ser algo parecido com isso:

É uma noite de 6a feira e nós cinco, amigos de infância, estávamos saindo de uma festa em Nova York. A conversa girava em torno dos tempos em que éramos garotos em uma pequena escola no Maine. As escapadas para o lago, as corridas de bike, a banda, as garotas e o senhor Levinsky. O velho tinha um segredo naquela casa assustadora. A princípio parecia apenas solitário e nada mais. Até o dia em que o cachorro de um dos rapazes morreu atropelado. (aqui entra uma animação em stop-motion para contar como foi a morte do cachorro). Houve um funeral e um enterro. Eu mesmo me encarreguei da cova do pobre animal. Na manhã seguinte, porém, o buraco estava aberto e o cão não estava mais ali. A investigação deu início e o que descobrimos foi horripilante: todas as provas levavam para a casa do senhor Levinsky. Mas por que aquele homem queria um cachorro morto?


Daquele dia em diante revezávamos para observar os movimentos que iam e vinham daquela casa. Eram tempos de guerra e as pessoas andavam desconfiadas. Nada era o que parecia. Meu irmão mais velho era o exemplo sincero e cruel do que os campos do Vietnã faziam aos jovens. As vezes ele saia de casa gritando, se abaixava nos arbustos e fingia atirar contra a casa do senhor Levinsky. Ele dizia que o inimigo nos vigiava. Seria uma coincidência sinistra ou havia mesmo algo acontecendo naquela casa? Contei aos rapazes e decidimos que entraríamos naquele lugar.
O telefone tocou. Meu casamento estava em crise e eu sabia quem era. Há um ano, minha esposa e eu estávamos em Roma. A cidade, que tornou-se meu lugar favorito no mundo, também foi o início de um momento estranho na minha vida. Certa noite, voltávamos para casa e fomos abordados por uma espécie de gangue de palhaços que nos convidaram a um circo de rua. Nos entreolhamos, rimos e aceitamos. Quando chegamos nos vimos em um lugar em que, ao invés de mágicas e malabarismos, tinha o palco central ocupado por casais que falavam sobre suas vidas íntimas. A cada resposta em que havia uma discussão ou discordância, um balde de água caia na cabeça de um deles. Depois, vinha uma torta na cara. No começo achávamos graça… até chegar a nossa vez. De lá para cá nossa relação se tornou uma bagunça. A cada vez que brigávamos e eu falava “olha a torta”, ela me atacava alguma coisa irritada. Numa dessas confusões saí de casa e me encontrei com os rapazes. Agora me lembro que, assim como hoje, falamos também sobre o senhor Levinsky. Lembramos o caso “luz verde”, quando, certa madrugada em que roubávamos algumas amoras no quintal do meu velho e esquisito vizinho, observamos no céu, ao longe, uma luz verde… eliptica e veloz… que caiu bem próxima ao lago. Mas algo estava estranho. Minha cabeça girava e, antes que pudessemos decidir se iríamos ou não ao local da queda, adormeci. E não vi mais os caras. Lembro que acordei ainda no quintal do sr. Levinsky e do seu quarto vinha uma luz forte, brilhante, intensa e verde. Na conversa dessa noite descobri que nenhum dos rapazes tinha visto o que eu vi. Disseram que também adormeceram naquela noite, mas, diferente de mim, acordaram em suas camas. Nunca soubemos o que aconteceu ali, mas era mais um motivo para irmos à casa misteriosa.
Precisávamos de um plano. E o iniciamos. (em meio a papéis, gráficos, risadas, teorias conspiratórias… sobe trilha sonora “Light Years”, do Pearl Jam). Da janela alguém observava e parecia olhar para nós vez ou outra. A ideia era fingirmos um acidente de bicicleta e pedirmos ajuda. Neste momento, um cadilac pára nas proximidades. Três caras vestidos em um terno fino e alinhado tocam a campainha do senhor Levinsky. Garanto que vi um mexer em algo que parecia uma arma. A porta não se abre. Um deles nos vê e parte em nossa direção. “Ei garoto”, diz com sotaque italiano. “Vocês conhecem o velho?”. Todos nós indicamos uma negativa, mas ele insistiu. “Ele tem algo para gente. Estamos juntos há muito tempo. Assuntos pendentes”. Continuamos calados. “Se o virem por aí, digam que Joe Maletti quer vê-lo, certo?”. Sim, respondemos. Nos deram uma nota de 50 pratas e se foram. O cara tinha uma arma, meu Deus. Ficamos em dúvida sobre seguir em frente. Na verdade, desistimos rapidamente. Juramos, então, que se algo acontecesse… voltaríamos.
O celular tocou novamente naquela 6a feira. Acabávamos de nos despedir. Era minha mãe. Meu irmão havia desaparecido há uma semana e ela só me falava disso agora. Precisava da minha ajuda. Voltei naquela mesma noite para o Maine. Ao chegar quis entender com minha mãe sobre o acontecido, os últimos passos do meu irmão e o que ele havia falado. Fiquei pálido. Disse ela que ele falou algo sobre uma luz verde antes de sair. Eram 0h30 quando liguei para os caras e 14h quando todos já estavam na minha antiga residência. Depois de tudo dito, permaneceu um silêncio incomodo. Não havia outra opção a não ser cumprir a nossa promessa.
Nem sabíamos se o senhor Levinsky estava vivo ainda. Minha mãe também não sabia. Nada acontecia naquela casa há anos. Atravessamos a rua e tocamos a campainha. Nada. Batemos na porta e nenhuma ação. Forçamos um pouco a porta e ela se abriu. Tudo parecia abandonado, mas os móveis estavam intactos. Procuramos em todos os cômodos inferiores como se adíassemos o encontro com o quarto de onde vinha a tal luz. Um tanto sem coragem ainda, subimos os cinco. Finalmente estávamos de frente com o local de nossos medos primários, a fonte de tanto mistério. Giramos a maçaneta e lá estava meu irmão. Sentado, quieto, comendo as amoras que outrora existiam no quintal. Não respondia. Parecia não estar ali. O chamei, sacudi, dei-lhe um tapa no rosto… e ele, finalmente, sorriu e ele apontou o armário. De dentro dele, pelas frestas, vinha a luz verde, que iluminava a escuridão do quarto. Caminhei até a porta do móvel e parei. Os rapazes apenas olhavam e um deles amparava meu irmão, que não desgrudava os olhos de mim. Contei até três mentalmente e abri. Era uma escada que levava a uma câmara no sótão. Estavam lá os mafiosos, minha esposa, o cachorro e o senhor Levinsky vestido em uma fantasia de alienígena. Todos observavam um pote no chão, de onde saia a luz verde. Cada um jogava um pouco de amora e depois retirava para comê-las. Fui até o círculo e tentei retirar minha esposa daquele momento seita bizarra. Não era ela. Era um boneco. Assim como todos os outros ali. Os rapazes subiram e me olharam. O mais velho, John, sorriu e contou que a cidade como conhecíamos já não existia. Nem cidade e nem nada. Na verdade, as memórias eram falsas. A não ser nossos pais, familiares e casa. Não tinha havido mais nada. “E onde estamos, quem é você?”, quis saber. “Sou o John mesmo. Mas, sinto muito, estamos no Vietnã”, ele respondeu. “Não existe casa. Isso é um galpão de testes. Eles tem nos dado drogas disfarçadas de amoras. Nos dão para que pudessemos superar nossos medos. Cada um deles… e tudo tem início nos nossos medos de infância. Esse era o teste, soldados sem medo de combate”, falou John. Não restava nada. Não havia esposa (talvez uma enfermeira), não havia cachorro (talvez o início dos experimentos), máfia (talvez homens do governo)… droga nenhuma. “Ah, sim. Mas há uma coisa mais que existe”, disse John. Neste momento, entra um homem, vestido de médico, com a placa no jaleco “Levinsky, Paul”. Sorri e aponta uma luz verde no meu rosto.

Moral da história:

Não é porque você tem uma seleção dos melhores que vai conseguir que algo fique realmente bom. A visão única, exclusiva e particular, tanto no roteiro quanto na direção, é essencial. Fique atento quando vendem um filme com um grande nome na produção, por exemplo. Isso pode não significar absolutamente nada. O bom cinema não está só nos grandes nomes.

Meryl Streep e a beleza: uma de nossas atrizes preferidas conta como rejeitou – e rejeita – o papel de diva

O pessoal do canal Blank on Blank, do YouTube, transformou uma entrevista sensacional de Meryl Streep em vídeo/ Foto: Reprodução YouTube

Foi em 2008, mas na última terça-feira (24) a internet recuperou uma das entrevistas mais interessantes feitas com Meryl Streep — trabalho da jornalista Christine Spines para a Entertainment Weekly. Os melhores trechos se transformaram em um vídeo animado feito pelo canal do YouTube Blank on Blank. É assistir e se apaixonar um tiquinho mais pela atriz de ideias tão diversas daquelas geralmente associadas a Hollywood.

Entre muitos suspiros, Meryl fala pouco sobre seu ofício — “é muito humilhante imaginar a vida verdadeira de outra pessoa e sua dor… é a minha droga” — e bastante sobre a pressão para ser bonita na indústria do cinema, um problema que ela penou para resolver. “A única coisa que foi implacável pra mim é como você se apresenta em público. Não conseguia sossegar com isso, me levou à loucura”.

Tudo começa quando ela relembra o hábito deselegante do entendido de celebridades Earl Blackwell, que adorava criticar seu guarda-roupa. “Você não deve falar mal dos mortos, mas Earl Blackwell finalmente morreu, e eu estive em sua listinha das mais mal-vestidas todos os anos“, diz a atriz.

A jornalista então questiona: “Mas você escolheu uma carreira que é totalmente preocupada com essas coisas”. Ao que Meryl responde: “Não foi a carreira que escolhi. A carreira que escolhi foi uma especialização em Drama na faculdade, em Yale, quando interpretei uma mulher de 90 anos, um de meus papéis mais celebrados. Fiz uma pessoa muito gorda, fiz um monte de coisas diferentes. Nunca pensei que estaria na capa das revistas, usando coisas da moda. Não sou eu. Mas é isso que o estrelato no cinema implica”.

meryl streep velhinha

Ser boa atriz não é o bastante em Hollywood?/ Foto: Reprodução YouTube

Meryl relembra também que já foi chamada de horrorosa num teste. Mas ela deu a volta por cima com elegância. Era o teste de “King Kong”, com o produtor italiano Dino De Laurentiis, famoso por filmes de ficção científica e horror realizados ao longo de sete décadas.

“Dino De Laurentiis estava sentado lá, conhecendo todas aquelas garotas, e eu realmente tentei parecer bonita. Seu filho estava na sala, e Dino falou com ele em italiano. Eu sei italiano, eu estudei. Ele disse ‘por que você me mandou essa leitoa? Ela é tão brutta [ruim]‘. Olhei pra ele e disse ‘mi dispiace molto, ma’

. Ele estava tão acostumado a tratar garotas como meninas com a cabeça vazia. Claro que ele nunca imaginou que uma pessoa loura pudesse falar italiano”.

Os julgamentos de todos os lados não devem ser piores do que o artigo de uma revista de 67. Ainda bem que mudou!/ Foto: Reprodução YouTube

Os julgamentos de todos os lados não devem ser piores do que o artigo de uma revista de 67. Ainda bem que mudou!/ Foto: Reprodução YouTube

Na parte final da entrevista, Meryl compara o passado com o presente e mostra como se tornou mais fácil ser mulher hoje (embora ainda existam muitas dificuldades). Suas filhas, inclusive, ficaram chocadas com o sexismo que existia quando viram uma revista de 1967 encontrada pela mamãe cheia de Oscars.

“Encontrei meu kit de tricô na semana passada. Havia um suéter na metade feito para um namorado, há muito tempo, e o guia para tricotar estava numa revista, na Women’s Day Magazine, de 1967. Olhei e não consegui acreditar. Havia um anúncio enorme que dizia ‘escolha a única profissão onde você pode ganhar tanto quanto um homem. Seja uma contadora’. Sim. Tinha uma coluna ‘o que os homens dizem sobre as mulheres’ onde estava escrito que a pior coisa que um homem pode fazer por uma mulher é deixá-la chegar ao topo. Era um mundo muito diferente. É difícil explicar isso às pessoas”.

Ative as legendas (em inglês) e se prepare para adorar um pouquinho mais Meryl Streep:

Jurassic Park: como estão hoje os principais atores do filme de Steven Spielberg

O monstruoso T-Rex de “Jurassic Park – O parque dos dinossauros” assustou plateis do mundo inteiro

Primeiro Jurassic Park como estão hoje os atores

Nesta quinta-feira (13) faz exatamente 20 anos que “Jurassic Park – O parque dos Dinossauros” estreou nos cinemas brasileiros. Um dos principais filmes na longa carreira repleta de sucessos do diretor Steven Spielberg, “Jurassic Park” é uma das produções mais influentes das últimas décadas. Provou que a computação gráfica poderia ser usada para contar histórias marcantes e criar um bom tipo de entretenimento.

O filme também é recordista de bilheteria. A superprodução custou US$ 63 milhões, mas obteve quase US$ 1 bilhão. É a 18ª maior arrecadação da história do cinema. Os dinossauros e efeitos especiais do longa envelheceram bem e continuam impressionando após todos esses anos. Mas onde foram parar os atores principais do clássico de Spielberg? Colherada preparou uma lista mostrando o que Sam Neill, Jeff Goldblum e outros membros do elenco fizeram nesses 20 anos.

SAM NEILL

Sam Neill em "Jurassic Park" e "Alcatraz"

Sam Neill em “Jurassic Park” e “Alcatraz” / Fotos: Reprodução e Divulgação

Sam Neill participou de alguns filmes importantes, como “O Homem Bicentenário” (1999) e voltou ao parque dos dinossauros em “Jurassic Park 3“. Mas se deu melhor na televisão. Fez diversos papeis para séries e filmes exclusivos para a TV, entre eles “Alcatraz” (2012) e seis episódios da série britânica “Peaky Blinders“, ainda inédita por aqui.

JEFF GOLDBLUM

O ator Jeff Goldblum em 1993, como o Dr. Ian Malcolm, e em 2013 / Fotos: Reprodução e Divulgação

O ator Jeff Goldblum em 1993, como o Dr. Ian Malcolm, e em 2013 / Fotos: Reprodução e Divulgação

O ator já tinha feito alguns papéis em filmes de terror, como “Invasores de Corpos” (1978) e o clássico cult “A Mosca” (1986), mas seu grande papel foi em “Jurassic Park“. Participou da continuação, “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997), e fez outros filmes de sucesso mediano, como “A Vida Marinha com Steve Zissou“, de Wes Anderson. Também fez várias participações em séries de TV, como “Will & Grace” e “Lei e Ordem“. Seu papel mais recente foi uma ponta na série “Portlandia“.

LAURA DERN

26 anos após "Jurassic Park", Laura Dern é a protagonista da série de TV "Enlightened"

20 anos após “Jurassic Park”, Laura Dern é a protagonista da série de TV “Enlightened”/ Fotos: Reprodução e Divulgação

Seu papel mais famoso no cinema foi em “Jurassic Park“, mas Laura Dern construiu uma sólida carreira na televisão. Ganhou um Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação como secretária de Estado da Flórida no filme para TV “Recount” (2008). Desde 2011, é a protagonista da série “Enlightened“, e ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por sua atuação.

ARIANA RICHARDS

Ariana Richards como a jovem Lex Murphy, em 1993, e em 2013 / Fotos: Reprodução e Divulgação

Ariana Richards como a jovem Lex Murphy, em 1993, e em 2013 / Fotos: Reprodução e Divulgação

Depois de interpretar Lex Murphy na ação de Spielberg, Ariana Richards fez alguns outros filmes de pouco sucesso. Voltou ao papel e ao parque dos dinossauros em “Jurassic Park 3″ e continua fazendo algumas pontas em longas e séries. Também investiu em uma carreira na música, mas sua mistura de pop adolescente e baladas dançantes não vingou. Teve mais sucesso como artista plástica: suas pinturas impressionistas chamaram a atenção dos especialistas e ela ganhou alguns prêmios.

JOSEPH MAZZALLO 

Joseph Mazzello ainda criança em "Jurassic Park" e na série "The Pacific, em 2010

Joseph Mazzello ainda criança em “Jurassic Park” e na série “The Pacific, em 2010 / Fotos: Reprodução

O ator Joseph Mazzello era apenas uma criança quando interpretou Tim Murphy na luta para sobreviver aos dinossauros. Mas ele cresceu e participou de produções importantes, como “A Rede Social” (2010) e a série “The Pacific” (2010). Esteve também do blockbuster “G.I. Joe: Retaliação“.

WAYNE KNIGHT

Wayne Knight como Dennis Nedry, em "Parque dos dinossauros", e em 2013

Wayne Knight como Dennis Nedry, em “Parque dos dinossauros”, e em 2013 / Fotos: Reprodução e Divulgação

Depois de viver o vilão Dennis Nedry, o ator Wayne Knight conseguiu alguns papéis em grandes sucessos de bilheteria, como “Space Jam” (1996). Mas se deu bem mesmo como dublador. Emprestou sua voz a diversas animações: “Hércules” (1997), “Tarzan” (1999), “Toy Story 2” (1999), todas da Disney, e “Kung Fu Panda” (2008). Atualmente dubla um personagem da série “Apenas um Show“, do canal pago Cartoon Network.

7 esconderijos de vilões do cinema que você pode conhecer na vida real

O gigantesco satélite do filme “007 Contra GoldenEye” é uma peça central do plano de Alex Trevelyan para realizar o maior roubo da história. Na vida real, a construção é quase tão empolgante quanto na ficção. É o observatório de Arecibo, em Porto Rico, usado por astrônomos em pesquisas científicas

A mansão dos Malfoy, de “Harry Potter”

O interior da base de Stryker, de “X-Men 2″, foi criado em computador. Mas a barragem em que ela está escondida é de verdade: fica no Peter Lougheed Provincial Park, em Kananaskis, Alberta, no Canadá / Foto: Reprodução

O Asilo Arkham, lar dos mais perigosos inimigos do Batman, foi criado a partir de dois locais diferentes. A fachada é do National Institute For Medical Research, em Londres, mas a escadaria em que a polícia é atacada por morcegos em “Batman Begins” é do St Pancras Hotel, também em Londres

O esconderijo de Dominic Green, vilão em “007 – Quantum of Solace”, é um observatório astronômico. A parte mostrada no filme é a área residencial de La Residencia, no Deserto do Atacama

A enorme mansão de Norman Osborn, o grande inimigo no primeiro “Homem-Aranha” de Sam Raimi, é, na verdade, o Tudor City Apartment Complex, um prédio de apartamentos luxuosos em Nova York, imaginado como se pertencesse a um único bilionário louco. Para entrar, é preciso conhecer alguém que more lá. Mas sempre é possível ver a fachada – a única parte que aparece no longa

O edifício em que o Príncipe Vigo aparece (e mais tarde é derrotado) em “Os Caça-Fantasmas 2″ é chamado de Manhattan Museum of Art. Na verdade, é o Alexander Hamilton U.S. Custom House, a antiga alfândega de Nova York, que se tornou patrimônio histórico na década de 1970

A mansão dos Malfoy, de “Harry Potter”, é, na verdade, Hardwick Hall, em Derbyshire, no Reino Unido. A mansão real não tem os tetos pontudos, mas é totalmente aberta ao público

“20.000 Days on Earth”: documentário mostra um dia entre real e ficção na vida da lenda do rock Nick Cave

″No final do século 20, eu deixei de ser um ser humano”. Assim o australiano Nick Cave, uma das grandes lendas vivas do rock, dono de uma voz cavernosa, abre o documentário sobre sua vida – “20.000 Days on Earth” (“20 Mil Dias Sobre a Terra”). Os diretores Iain Forsyth e Jane Pollard imaginaram um dia na vida de Cave – um dia que tem muito de realidade, mas também um pouco de ficção.

Ainda gravando seus álbuns a cada dois ou três anos – o último foi “Push the Sky Away”, em 2013 -, Cave passa seus dias escrevendo em sua casa em Brighton, na Inglaterra – uma cidade que, em suas palavras, “se esforça violentamente pra entrar nas minhas músicas”. Suas melhores rimas vêm de oposições absurdas, “como uma pequena criança e um psicopata na Mongólia”.

Num dos melhores momentos do filme, Cave está no analista e recorda algumas das suas melhores lembranças de infância. “A primeira garota que beijei usava maquiagem branca até na boca, parecia uma máscara de kabuki. Me encantei tanto com ela que comecei a me vestir como mulher em casa. Meu pai começou a se preocupar que eu me tornasse um travesti″.

Sua mais remota lembrança artística foi o pai lendo para ele a primeira página do romance “Lolita”, de Vladimir Nabokov, em voz alta. Ele gagueja quando o analista lhe pergunta qual o seu maior medo. “É perder a memória. Toda a nossa razão de viver está na memória”. Outra revelação é sobre o período em que usava drogas, nos anos 80. “É curioso, essa foi a minha fase de maior interesse por religião. Eu ia à igreja, depois tomava drogas e começava a compor”.

Ao longo do dia, Cave vai encontrando amigos e conhecidos, como o ator Ray Winstone (do filme “Os Infiltrados”) e a também australiana Kylie Minogue, cantora que aparece sedutora em seu carro como uma fantasia, contando sobre a primeira vez em que viu Cave no palco, ainda jovem.

O trabalho de Nick Cave como músico é alvo de uma severa autocrítica. “Sabe, às vezes eu gostaria de ter alguém no estúdio para dizer que a música está longa.″ A melhor canção é sempre aquela que fica no estágio do delírio e do sentimento. “Adoro a sensação de uma música antes de você entendê-la. Quando você entende totalmente uma música, ela perde o interesse pra você”. Ao final, um momento de performance de Cave no palco, hipnotizando os fãs com sua voz grave, explica por quê ele ganhou o status de lenda viva do rock. “Quando estou no palco, gosto de escolher alguns poucos espectadores na plateia e enchê-los de terror”, brinca.

Para quem ficou curioso, abaixo está a entrevista dos diretores (em inglês) contando mais detalhes do documentário. Clica!

Enviado especial a Berlim

Godzilla impõe seu respeito

Godzilla é bem mais que um réptil gigante. Para os japoneses que o criaram na década de 50, com o nome de Gojira, ele era uma metáfora do perigo nuclear que vitimou duas cidades no país. Claro que com o tempo ele passou a ter outros significados para muito mais gente, incluindo aí quem simplesmente adora a ideia de um monstro destruindo tudo que encontra pela frente ou quem gostaria de ter um bichão desse como um legítimo super-herói protetor da humanidade.

Godzilla impõe seu respeito

Ao longo dos anos, dezenas de animações, filmes, séries de TV, quadrinhos e videogames, que empregaram desde atores em roupas de látex até programadores de efeitos especiais, fizeram com que o personagem chegasse até aqui com a força para estrelar o milionário filme dirigido por Gareth Edwards e estrelado por atores como Bryan Cranston, Juliette Binoche, Ken Watanabe e Aaron Taylor-Johnson.

Essa bomba não é o filme de Emmerich, fique tranquilo

A boa notícia é que o filme é bem melhor que aquele que Roland Emmerich fez em 1998, o que não chega a ser um grande feito. Afinal, a primeira superprodução americana foi tão criticada que a Toho, proprietária do personagem, rebatizou a criatura como Zilla. Tá certa a Toho: o bicho de Emmerich era uma senhora grávida e não o velho Godzilla. Desta vez há muito mais respeito e até homenagem ao passado do lagartão marinho. Na história original, os testes atômicos no Pacífico despertaram o animal, enquanto neste aqui, as bombas foram usadas para atacar o bicho, que vinha sendo mantido em segredo pelas autoridades desde aquela época. Tudo a ver com as teorias da conspiração e o controle da mídia que nos assombram hoje.

A trama que cerca “Godzilla” é bem arquitetada e é apresentada aos poucos. O que pode parecer confuso no início vai sendo bem solucionado com a apresentação de novas informações. Logo vemos algo mais importante que a origem da criatura: o seu propósito, com uma boa mensagem ecológica e convenientes espetadas nas pretensões humanas e tal. Não dá para falar muito sobre essa parte do filme, para não rolar spoiler. Mas é ótima a ideia de fazer deste Godzilla algo bem mais que uma máquina de destruição contra a humanidade, como já foi feito em outras versões.

O lado negativo é a subtrama, ou trama principal, sei lá (porque é a que parece tomar mais tempo de tela, infelizmente). Bem na escola americana dos blockbusters, acompanhamos os dramas humanos que cercam a aparição de Godzilla, com destaque para tragédias familiares. Essa parte é um pouco chata e arrastada, além de contar com um grande problema: os protagonistas ou coadjuvantes dessa abordagem vão mudando e não dá tempo de se afeiçoar a eles. Em “Guerra dos Mundos”, acompanhávamos o personagem de Tom Cruise e sua família o tempo todo, assim como em “Sinais”, de M. Night Shyamalan. Nesse “Godzilla”, começamos a gostar de um personagem e ele vai embora. Depois achamos, por exemplo, que o drama humano será o militar tomando conta de um garoto e logo vemos que não é nada disso. Não há uma continuidade que nos faça criar vínculos com os personagens.

Outro fator que pode incomodar algumas pessoas é a quantidade não tão grande de imagens do gigante. Muita gente estará indo ao cinema para ver o monstro em seu esplendor, mas não é a todo momento que ele se mostra. A experiência que o diretor propõe é quase a de um voyeur que espia tudo como dá, entre frestas e buracos de fechadura. Não tanto como “Cloverfield”, mas com menos visão do que muitos devem estar esperando. Isso não chega a ser um problema, é uma escolha. Mas vale o aviso. Aliás, cabe mais uma advertência: o 3D é dispensável e até dificulta a total apreciação do filme, que tem grande parte das cenas do monstro em ambiente sem muita luz. Ou seja, fica bem escuro. Prefira o 2D.

10 coisas legais The Vampire Diaries

The Vampire Diaries é uma série de televisão americana de drama e suspense desenvolvida por Kevin Williamson e Julie Plec. É baseada na série de livros de mesmo nome da autora L. J. Smith. A série estreou na televisão americana pela emissora The CW em 10 de setembro de 2009.

10 coisas deThe Vampire Diaries

E pra quem não saber, essa é uma das minhas séries favoritas, além de ter sido a primeira a me trazer pra esse mundo das séries legendadas. Ontem foi ao ar o episódio que derá fim a essa tão amada história. Como não poderia deixar de ser, eu resolvi listar aqui alguns motivos pelo qual meu amor pela mesma é tão forte e único.

1 – Ian Somerhalder

Se o Ian não estivesse no topo dessa lista, provavelmente não seria uma lista minha. Ian Somerhalder é de longe, uma das pessoas que eu mais admiro. Não só pela beleza ou talento, mas pela pessoa incrível que ele demonstra ser. Além de que  seu amor pelos animais e sua preocupação com o futuro do planeta o levou a criar a ISF(Ian Somerhalder Foundation), ONG que visa capacitar, educar e colaborar com pessoas e projetos para impactar positivamente o planeta e suas criaturas.

1 The Vampire Diaries

2 – Vilões | K.K.K (Katherine, Klaus, Kai)

E não poderíamos falar das melhores coisas de TVD sem citar aqueles que fizeram toda a história interessante. Intitulados por mim como Trio KKK, temos os melhores vilões de Vampire Diaries. Formado por Katherine Pierce, a vampira vadia que transformou os Salvatore; Klaus Milkaelson, o hibrido original que nos atormentou, mas também conquistou todo o nosso amor; E Kai Park, o sociopata herege que se parece com um alien. (Se você entendeu as referencias, provavelmente você já os ama ❥). É claro que a série não viveu só de vilões fodas como esses, mas eu vim listar o que eu amo, né mesmo?

3 – Irmãos Salvatore | Defan

“Tudo bem amar os dois, eu amei.” – Katherine

Você pode até não amar o triangulo amoroso da série, me definir entre Stelena e Delena foi algo totalmente desnecessário. Nós amamos mesmo é os Salvatore juntos. Lutando um pelo outro, sem uma duplicata pra criar discórdia nesse amor maravilhoso e fraterno. Tem coisa mais linda? Fica ai um vídeo que demonstra o quão complicado e forte é a relação desses dois ♥

4 – Amizades e relacionamentos

É claro que, além dos irmãos, a série nos dá um gostinho todo especial a cada relacionamento de amizade que floresce entre os personagens, as relações dos mesmo é um dos pontos mais fortes da trama. Apesar de toda a dor e loucura que o mundo sobrenatural causa aos nossos protagonistas, eles sempre tentam proteger uns aos outros, custe o que custar.

2 de The Vampire Diaries

É claro que a amizade Lexi e Stefan é uma ótima estampa disso, dado que a personagem nunca teve a chance de ressucitar e fazer parte fixa da série hahaha

5 –  Cast

O Elenco é com certeza um dos motivos do meu amor pela série, nesses oito anos de série o cast teve muitos desafios e demonstrou muito talento. Todos trabalharam muito bem juntos e se tornaram uma familia linda e super unida. Esse vídeo demonstra isso muito bem:

Lindos, né?

6 – The Originals

Se existem vilões que amamos, por que não uma família inteira deles? A família de vampiros originais trouxe a série várias reviravoltas interessantes, além de ampliar drasticamente a mitologia e toda a história em torno de Mistic Falls. O melhor é que ainda poderei curtir isso no spin off da série, que tem a estreia de sua quarta temporada em breve.

7 – Trilha sonora

Se tem algo que eu amo nas produções de The Vampire Diaries, isso é a trilha sonora. A música se conecta com as cenas, tornando o episódio único, além de sempre relembrarmos tal cena assim que toca sua song. Fica ai uma listinha com as minhas favoritas:

 

8 – Citações e discursos

Outra parte marcante da série é suas citações. Em todo episódio há uma cena com falas extremamente marcantes. Posso resaltar que muitas são muito melhores que as dos livros da mesma (#falomesmo). E os discursos são sempre emocionantes e muito bem feitos, vou deixar aqui um dos meus favoritos, onde Damon se despede de seu amigo de copo, Alaric. “Eles estão soltando balões no céu. Dá pra acreditar? Balões japoneses, são um símbolo de se desapegar do passado. Bem aqui está a novidade: Não somos Japoneses. Você sabe o que eles são? Crianças. Como se soltar um balão fosse fazer tudo ficar bem, ou até rezar, ou fingir que Elena não vai acabar como o resto de nós, vampiros assassinos. Crianças idiotas, iludidas e irritantes. Eu sei o que vai dizer: “Isso os fazem se sentir melhor, Damon.” E daí?  Por quanto tempo? Um minuto? Um dia? Que diferença faz? Porque no fim, quando você perde alguém, cada vela, cada oração não vai mudar o fato que a única coisa que sobrou é um buraco na sua vida, onde alguém que você se importou costumava estar. E uma pedra com o nascimento cravado nela que eu aposto estar errado. Obrigado amigo. Obrigado por ter me deixado aqui para ser babá.”

9 – Kevin Williamson feat. Julie Plec

E como falar da escrita, sem amar esses produtores? Apesar do afastamento de Kevin Williamson algumas temporadas atrás, ele e Julie Plec fizeram dessa série uma história rica e sentimental. Apenas amor por esses dois.

10 – Festas!

As festas da série sempre viam com um clima diferente, tantos as temáticas de época como os eventos familiares. E sempre com um figurino mais lindo que o outro e claro, o ataque de um dos vilões e muitas vitimas. Episódio com festa é sempre o melhor.

Acompanhar a história desses personagens foi algo que me fez feliz durante esses anos, então precisava compartilhar um pouquinho disso com vocês. Espero que tenham gostado do post, e se ainda não assistiu nenhum episódio, assista. Vale cada minuto.
Adeus, The Vampire Diaries.

Veja os filmes selecionados!

A novidade do XI Cine Ceará é a abertura da Mostra Competitiva de Longa Metragem para Filmes Nacionais. A competição de Longa Metragem Nacional tem o objetivo de dar maior visibilidade ao cinema brasileiro dentro do festival e apresenta-se como desenvolvimento natural do evento “Pré-Lançamentos Nacionais” que acontecia desde 1995.

“A mostra Pré-Lançamentos Nacionais foi crescendo de tal maneira que foi impossível não transformá-la em competitiva” afirma Wolney Oliveira, Diretor Executivo do Cine Ceará. A crescente produção da indústria nacional também contribuiu para a tomada da decisão.

A abertura da Mostra Competitiva terá a exibição da obra “Juazeiro – A Nova Jerusalém”, do cineasta cearense Rosemberg Cariry, em exibição “hors-concurs”. O prêmio para melhor filme é R$ 10.000,00 (valor bruto)
Local de exibição: Cine São Luis. Sempre às 20 horas.
Dos oito filmes que serão exibidos, cinco são inéditos.

Para a competição foram selecionados seis filmes, sendo três documentários e três ficções:
“JANELA DA ALMA”, de João Jardim e Walter Carvalho;
“O FIM DO SEM FIM”, de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi;
“BARRA 68”, de Wladimir Carvalho;
“DOMÉSTICAS”, de Fernando Meirelles e Nando Olival;
“ONDE OS POETAS MORREM PRIMEIRO”, de Werner e Willy Schumann; e
“LATITUDE ZERO”, de Toni Venturi.

Completam a lista das exibições – no Cine São Luis – a mostra de dois filmes
“hour concurs”:

“JUAZEIRO, A NOVA JERUSALÉM”, de Rosemberg Cariry, que abre o festival; e
“MEMÓRIAS PÓSTUMAS”, de André Klotzel, que encerra o festival.

A primeira Competição entre Longa Metragem nacionais movimenta o Cine Ceará, que acontece de 22 a 28 de junho, em Fortaleza. Em sua décima primeira edição, o Cine Ceará apresenta como grande inovação a abertura da Competitiva de Longa Metragem, que conviverá com a tradicional Competição entre Curtas Metragens de todo o País. Dos oito filmes que serão exibidos, cinco são inéditos.

Para a competição foram selecionados seis filmes, sendo três documentários e três ficções:
“JANELA DA ALMA”, de João Jardim e Walter Carvalho;
“O FIM DO SEM FIM”, de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi;
“BARRA 68”, de Wladimir Carvalho;
“DOMÉSTICAS”, de Fernando Meirelles e Nando Olival;
“ONDE OS POETAS MORREM PRIMEIRO”, de Werner e Willy Schumann; e
“LATITUDE ZERO”, de Toni Venturi.

Completam a lista das exibições – no Cine São Luis – a mostra de dois filmes
“hour concurs”:

“JUAZEIRO, A NOVA JERUSALÉM”, de Rosemberg Cariry, que abre o festival; e
“MEMÓRIAS PÓSTUMAS”, de André Klotzel, que encerra o festival.

Casa Amarela homenageia parceiros

O XI Cine Ceará – Festival Nacional de Cinema e Vídeo conta com o patrocínio da Coelce e Telemar, que desenvolvem projetos de apoio cultural . Durante o evento, que acontece de 22 a 28 de junho, as duas empresas serão homenageadas pela Casa Amarela com a entrega de uma placa comemorativa aos 30 anos de criação da instituição.

TELEMAR – A homenagem que a Telemar recebe do Cine ceará se deve ao apoio e incentivo que a empresa proprociona à cultua cearense. Através do Fundo Estadual de Cultura (FEC) e do Certificado de Financiamento Cultural (CEFIC), a Telemar investiu, no ano passado, mais de R$2 milhões nas realizações de arte e cultura do Estado em mais de 50 projetos envolvendo música e artes integradas. O objetivo da empresa é promover, junto com o Governo do Estado, movimentos culturais representativos, consistentes e que possam atingir os diversos segmentos da cultura cearense. A Telemar é hoje a maior empresa de telecomunicações do Brasil em faturamento e em número de telefones instalados. Com larga experiência em serviços de telefonia fixa local e de longa distância, possui também serviços para Internet, Transmissão de Dados e Imagens e Videoconferência, entre outros. Para a empresa, o que importa não é o nome Telemar, mas a certeza de estar realizando um trabalho de grande valia para o Ceará. A Telemar também patrocina o Cine Ceará, o que levou a empresa a receber a homenagem.

COELCE – A Companhia Energética do Ceará é a outra empresa homenageada este ano do XI Cine Ceará, pelo apoio que vem dando a cultura do Estado. Através das leis Jereissati, do Audiovisual e Rouanet, a Coelce apoia projetos culturais que, apesar de estarem ligados a áreas diferentes, como fotografia, cinema, artes plásticas, dança e música, apresentam uma característica em comum: realizar um trabalho de caráter social. “Priorizamos os projetos que atendem a um maior número de pessoas, principalmente de baixa renda, que não têm acesso aos eventos culturais da cidade”, diz Álvaro Moncada, diretor de Recursos Humanos da Empresa. Ele acrescenta ainda que “investir em cultura é abrir caminho para a comunicação com os cearenses”. O incentivo à cultura, por parte da Coelce, faz parte da lista de prioridades da empresa, que inclui o Cine Ceará como um dos eventos a quem destina o apoio financeiro.